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10 mitos e verdades sobre o exame de raio x

O setor radiológico realiza exames que possibilitam uma visualização completa do corpo humano internamente, auxiliando no diagnóstico de doenças e no tratamento mais assertivo. Por esses e outros motivos, eles vêm sendo muito utilizados.

Exames de raio x são os principais meios de diagnóstico por imagem. Eles permitem que radiografias sejam tiradas da parte interna do corpo e que uma visualização das estruturas anatômicas ocorra de forma nítida.

Assim como todos os setores da medicina, o de radiologia também enfrenta inúmeras fake news, e é por isso que elaboramos este conteúdo. Nele, será possível compreender mitos e verdades sobre esses exames e tirar suas dúvidas. Boa leitura!

10 mitos e verdades que você precisa saber sobre o exame radiológico!

O uso de radiações ionizantes durante os procedimentos que englobam o exame de raio x gera inúmeras inverdades, causando medo e resistência das pessoas em realizá-lo. A seguir, confira os mitos e as verdades sobre este exame superimportante.

1. Tem um limite de radiação que cada pessoa pode receber

VERDADE – De acordo com a Portaria MTB n. 1.084/2018, indica-se que a quantidade de radiação anual não exceda 1 mSv. Em casos especiais, pode ocorrer a autorização para uma dosagem efetiva de até 5 mSv em um ano. 

2. O exame de raio x só pode ser feito uma vez ao ano

MITO – Por conter uma emissão muito pequena de radiação, os exames de raio x podem ser realizados sempre que necessário, desde que acompanhado e indicado por especialistas.

3. As gestantes devem evitar esse tipo de exame

VERDADE – Recomenda-se que mulheres grávidas evitem esse tipo de exame, protegendo assim o bebê de exposições à radiação. Porém, em alguns casos específicos, os exames podem ser necessários e devem ser realizados para definir diagnósticos.

Obs.: o exame é mais seguro no último trimestre da gestação, devendo ser evitado no início da gravidez.

4. Aqueles que trabalham com exames de raio x estão suscetíveis a desenvolver câncer

MITO – Os equipamentos utilizados atualmente pelos profissionais do setor radiológico emitem menores doses de radiação. Além disso, tem-se um controle rígido mediante a exposição, tudo por meio dos dosímetros e equipamentos de proteção.

5. O exame de raio x fica pronto imediatamente

VERDADE – Grande parte das clínicas e dos hospitais que oferece exames de radiografia pode gerar as imagens em pouco tempo. Porém, é necessário que se considere um tempo adicional para que o profissional possa realizar os laudos e as imagens impressas.

6. Esse tipo de exame só serve para analisar os ossos

MITO – Os exames contam com algumas limitações, fazendo com que não seja recomendado para a visualização de órgãos compostos por tecido mole (coração e fígado) ou, ainda, os protegidos pelas estruturas ósseas, no caso do cérebro.

Mesmo com essas negativas, um simples exame radiológico pode analisar mais que as estruturas ósseas do corpo, sendo essencial para análises diagnósticas de doenças pulmonares, nas mamas e no intestino. 

7. Alguns exames radiológicos demandam maiores doses de radiação

VERDADE – Exames de raio x contam com dosagens de radiação variadas, indo conforme a área a ser examinada. A maioria dos exames diagnósticos emite baixas doses de radiação. A unidade utilizada para ter uma avaliação do impacto da radiação ionizante nesses exames é a mSv – milésimos de Sievert. Alguns exemplos são:

  • mamografia – 0,4 mSv;
  • tomografia – 0,15 mSv;
  • raio x de tórax – 0,02 mSv.

8. O aparelho de raio x continua emitindo radiação mesmo que desligado

MITO – O aparelho de raio x só emite radiação quando está ligado. Assim que desligado, a emissão de radiação é interrompida, evitando danos aos pacientes e aos profissionais que operam esses equipamentos.

9. Usuários de marcapasso e/ou pinos metálicos não podem realizar exames radiológicos

MITO – O aparelho utilizado para os exames de raio x não produz qualquer tipo de radiação eletromagnética. Por isso, não oferece riscos de danos aos aparelhos de marcapasso e demais estruturas metálicas que podem ser encontradas dentro do organismo do paciente.

A única diferença é que, durante a realização do raio x, o marcapasso e demais materiais metálicos podem ser vistos como uma imagem branca, impedindo a passagem da radiação, podendo prejudicar a análise dos profissionais.

10. A radiologia é considerada profissão de risco

VERDADE (em partes) – Apesar do avanço tecnológico, que permitiu a chegada de máquinas mais seguras e a emissão de radiação cada vez menor, ter contato diário com equipamentos radiológicos podem provocar doenças e irritações. Mesmo que em baixo risco, a exposição em excesso pode oferecer alguns riscos para a saúde.

Agora que já pudemos entender os mitos e as verdades sobre os exames radiológicos, que tal conhecer um pouco mais da área e os melhores e mais inovadores equipamentos do mercado? Conheça o blog e tudo o que a FutureMed pode oferecer!

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